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still here.

Hoje o meu celular me lembrou que há exatos dois anos eu tava em SP, cheia de energia e correndo atrás de alguns sonhos. Há um ano eu tava no Rio de Janeiro, com a sensação de estar desistindo de quase todos eles. Há dois anos, eu passei vários dias sem dormir, porque estar vivo era prioridade e eu tinha que aproveitar o presente. Há um ano, eu passei vários dias sem dormir, sentindo meu corpo se desfragmentando e minha mente derretendo, assim, ao vivo e a cores, potência máxima do caos, até não existir mais energia. Estar vivo ainda era prioridade, mas de um jeito diferente. Há uns dias, fez um ano que eu quebrei. Não foi a primeira vez, nem a última. Certamente, uma das mais intensas. Alguns caquinhos foram perdidos pra sempre e eu ainda não aprendi a construir peça sobressalente. O problema é que algumas ausências são tão presentes que fica difícil não sentir falta. Mesmo às vezes eu nem sabendo do quê. Dia desses escrevi sobre como é difícil sair do lugar, sobre como é difícil fica...

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